Praia - Tarrafal de Monte Trigo, em Santo Antão, deverá receber, a partir de Outubro e até ao mês de Maio de 2017, período em que decorre a chamada "época alta" do turismo nessa localidade, pelo menos, nove mil turistas.

A previsão é dos operadores turísticos dessa localidade, uma das mais visitadas da ilha de Santo Antão, ao longo de todo o ano, que se preparam para responder à demanda da "época alta", em que Tarrafal de Monte Trigo é visitado, diariamente, por turistas provenientes de vários países europeus.

João Crisóstomo, um dos operadores turísticos do Tarrafal de Monte Trigo, é proprietário do maior empreendimento turístico nessa localidade - a residencial Vista Tarrafal, que entre Outubro de 2016 e Maio de 2017 terá uma ocupação de 70 por cento.

João Crisóstomo avançou à Inforpress que Vista Tarrafal já se prepara para receber os turistas, reforçando a equipa de trabalho e formando o pessoal por forma a prestar um serviço de qualidade aos visitantes.

"O turismo é uma actividade cada vez mais exigente. Por isso, estamos a preparar a nossa equipa com vista a prestar um serviço de qualidade", sublinhou este operador.

Tarrafal de Monte Trigo, para muitos "um paraíso escondido", é considerado "a pérola" da ilha Santo Antão pelas potencialidades que apresenta a nível do turismo.

Saliente-se que a baía do Tarrafal de Monte Trigo foi eleita, em 2013, uma das sete maravilhas naturais da ilha de Santo Antão.

Brasília - Documento divulgado pelo Ministério do Turismo  esta semana mostra que o número de municípios turísticos no Brasil foi reduzido em 35%: de 3.345 para 2.175. O Mapa do Turismo do Brasileiro é uma ferramenta de gestão, que permite direcionamento de políticas públicas para o setor.

Construído em conjunto com os órgãos oficiais do setor, o mapa tem como foco a estruturação e a promoção do setor, de forma regionalizada e descentralizada. Ele serve também para identificar o desempenho da economia do turismo para tornar mais fácil a identificação e apoio a cada uma das cidades.

"O mapa é um instrumento de ordenamento que auxilia o governo federal nos estados quanto ao desenvolvimento de políticas públicas para o turismo. Temos trabalhado ultimamente com orçamentos bem aquém do necessário. Então, é importante que o gestor aplique onde esses valores terão um retorno melhor para a região, para o turista e também para as políticas do governo federal", explica o diretor do Departamento de Ordenamento do Ministério do Turismo, Rogério Cóser.

Recorte territorial

Em sua quinta edição, o mapa é atualizado periodicamente para se adequar à realidade de cada município. "Esse mapa é o que define o recorte territorial do que deve ser trabalhado prioritariamente pelo ministério. Entendemos que é prioritário buscar respeitar os níveis de desenvolvimento das regiões turísticas", afirma. A ferramenta permite a aplicação de recursos onde há possibilidade de maior ganho para o turismo.

Segundo a metodologia de construção do mapa, os municípios são divididos em cinco categorias, de A a E. A definição se dá a partir de quatro variáveis de desempenho econômico: número de empregos, de estabelecimentos formais no setor de hospedagem e estimativas de fluxo de turistas domésticos e internacionais.

A categoria A representa as cidades com maior fluxo turístico e maior número de empregos e estabelecimentos no setor de hospedagem. Nesta faixa estão concentrados destinos turísticos como Porto Seguro (BA), Ipojuca (Porto de Galinhas/PE), Armação de Búzios (RJ), Campos do Jordão (SP), Guarapari (ES), Balneário Camboriú (SC), Foz do Iguaçu (PR), Gramado (RS) e Caldas Novas (GO).

O novo mapa aponta que 29% (630) dos municípios estão nas categorias A, B e C. Eles concentram 93% do fluxo de turistas domésticos e 100% do fluxo internacional. As demais cidades, que representam 71% dos casos, estão entre as categorias D e E. De acordo com Ministério do Turismo, esses destinos não possuem fluxo turístico nacional e internacional expressivo, mas têm papel importante no fluxo regional e precisam de apoio para a geração e formalização de empregos e estabelecimentos de hospedagem.

Brasília - Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determina a exigência do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia para viajantes procedentes ou que se destinam a Angola e à República Democrática do Congo, na África.

De acordo com o texto, publicado na edição desta segunda-feira (11) do Diário Oficial da União, a decisão foi tomada em razão do surto de febre amarela na região e atende recomendação do Comitê de Emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS), atualizada em maio deste ano.

Ainda segundo a resolução, no início deste mês, a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde enviou à Anvisa o pedido de exigência temporária do certificado para viajantes procedentes ou que se destinam a ambos os países.

Será considerado procedente de Angola ou da República Democrática do Congo o viajante que esteve nesses países nos sete dias anteriores à sua chegada ao Brasil.

Viajantes com a vacina contra a febre amarela aplicada há menos de 10 dias terão a entrada permitida no país, mas ficarão em quarentena até que o certificado se torne válido ou por um período de até seis dias, contados a partir da última exposição possível à infecção.

Em caso de contraindicação à vacina, será permitido o ingresso do viajante em território nacional mediante a apresentação de atestado médico em português, inglês, francês ou espanhol.

Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, mesmo vetor do vírus Zika, da dengue e da febre chikungunya, a febre amarela urbana foi notificada pela última vez no Brasil em 1942, no Acre. No ano passado, foram registrados nove casos da doença em sua forma silvestre em todo o Brasil, com cinco mortes. Este ano, até abril, foi identificado um caso com óbito.

A maior parte do território brasileiro é considerada área com recomendação para vacinação de rotina contra a febre amarela. Não fazem parte desta lista os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco, Alagoas, Sergipe, do Espírito Santo e Rio de Janeiro.

No Brasil, a vacina contra a febre amarela é aplicada desde 1937, disponível gratuitamente em postos de saúde da rede pública. Segundo a governo, a dose é altamente eficaz e segura para uso a partir dos 9 meses de idade em residentes e viajantes de áreas com recomendação de imunização ou a partir de 6 meses de vida em situações de surto da doença. Agência Brasil

fonte: idealista

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